A empresária Ana Cláudia Flor, suspeita de mandar matar o marido Toni da Silva Flor, de 37 anos, assassinado em agosto de 2020, em Cuiabá, negociou a morte do empresário por R$ 60 mil em uma videochamada, conforme informações do delegado Marcel Oliveira, da Delegacia Especializada de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP).
Três homens teriam sido contratados pela empresária e, após o crime, a arma foi jogada no Lago de Manso.
De acordo com o delegado, o homem que efetuou cinco disparos contra Toni confessou que Ana Cláudia negociou o valor de R$ 20 mil para cada criminoso.
De acordo com ele, essa negociação foi feita durante uma videochamada.
Ainda segundo o delegado, os principais motivos do assassinato seriam a herança e a possibilidade de Ana Cláudia ter supostos amantes. Em 2019, ela registrou um boletim de ocorrência onde afirmou que foi agredida por Toni após ele flagrar uma conversa dela com outro homem pelo WhatsApp.
De acordo com o delegado, algumas perguntas feitas por Ana Cláudia causaram estranheza. Ela teria questionado se havia imagens do local e se apenas a confissão do atirador poderia condenar alguém. G1

