Chapa do Covidão é o pior e mais provável cenário do PSB em Pernambuco

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Coluna do Diego Lagedo: O PSB de Pernambuco tem um cenário no mínimo nebuloso para enfrentar na eleição de 2022. O partido irá completar 16 anos à frente do Governo de Pernambuco e tem pleno domínio da máquina pública, mas seus principais líderes tem rejeições que beiram a estratosfera.

O nome mais provável para disputar o Governo de Pernambuco pela Frente Popular é o de Geraldo Júlio (PSB), que foi prefeito do Recife por dois mandatos e é secretário de Desenvolvimento Econômico do Governo de Pernambuco, mas que teve sua imagem abalada pelos escândalos que atingiram o último ano da sua gestão na capital durante a Pandemia. Geraldo conta com a plena confiança da família Campos e chegou a ser aclamado pelos socialistas como o próximo governador de Pernambuco na comemoração da vitória de João Campos (PSB) em 2020, mas acabou recuando e afirmando que não será candidato para tentar diminuir sua rejeição. O fato é que Geraldo não consegue se livrar da mácula do Covidão do Recife, mas é o único nome conhecido que o PSB tem para encabeçar a chapa no próximo ano.

A Frente Popular conta com várias pré-candidaturas para o Senado. Estrategicamente, o PSB deveria destinar a vaga para contemplar algum partido aliado que estivesse mais insatisfeito com seu espaço no Governo. Nesse caso, a vaga deveria ir para o PP, que tem a segunda maior bancada da Alepe e conta com o nome do deputado Eduardo da Fonte para o posto, mas a Frente Popular também conta com as postulações de André de Paula (PSD) e de Sílvio Costa Filho (Republicanos). Diante da disputa interna e da desconfiança que têm com o fortalecimento de Eduardo da Fonte, os socialistas começaram a divulgar a tese de que o nome de Paulo Câmara poderia ser uma solução consensual para disputar o Senado. Postado por Pernambuco em Pauta.

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