Sérgio Moro saiu do governo para subir no palanque de 2022

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Discurso usou palavras cuidadosamente escolhidas, incluindo bordões prontos para a campanha

Na maciota, Moro acusou seu futuro adversário em 2022 dos crimes de coação, falsidade ideológica, prevaricação e obstrução de Justiça.

O ex-ministro da Justiça também jogou no ar suspeitas contra Bolsonaro por delitos de advocacia administrativa ou corrupção passiva privilegiada.

A bronca em Moro, na reunião ministerial de quarta (23), que esta coluna revelou e Bolsonaro confirmou, mostrou que a relação estava azedada.

Moro encerrou seu pronunciamento, agora habitual entre demissionários, prometendo “servir ao país”. Não foi casual, foi promessa de campanha. Fonte- Diário do Poder.

 

 

 

 

 

 

 

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