‘Conversas entre procuradores, juízes e advogados acontecem’, defende FBC

0
140

Durante a audiência pública no Senado do ministro da Justiça Sérgio Moro para prestar esclarecimentos sobre os vazamentos de conversas dele com procuradores quando ainda era juiz, nesta quarta (19), o líder do governo Fernando Bezerra Coelho (MDB-PE), defendeu o ministro e o questionou sobre as consequências dos vazamentos para a operação Lava Jato, nesta quarta (19).

“Estão sendo publicadas há dias supostas mensagens que podem ser interpretadas como uma influência do senhor na atuação do Ministério Público. Mas quem conhece o nosso sistema jurídico sabe que conversas entre procuradores, juízes e advogados acontecem. É comum a expressão ‘embargos auriculares’. Eu queria entender que crimes haveriam nas supostas mensagens até aqui divulgadas. O senhor tem preocupação que as supostas conversas possam manchar ou impedir investigações da Lava Jato no futuro? Tem preocupação, senhor ministro, que o público se volte contra os poderes federais, especialmente considerando as recentes divulgações? O que está sendo apurado a respeito desses vazamentos?”, perguntou Fernando Bezerra.

“O que eu tenho observado desse site em particular é que ele divulga essas questões com absoluto sensacionalismo sem que se faça uma avaliação apurada sobre as informações que está dando. É normal no Brasil esse contatos entre juízes, Ministério Público e policiais. O que tem que ser avaliado é o conteúdo desses contatos. Não posso aqui reconhecer a autenticidade, porque não tenho essas mensagens mais e elas podem ter sido adulteradas para gerar esse tipo de escândalo”, respondeu Sérgio Moro.

O senador Fernando Bezerra aproveitor o espaço destinado para suas perguntas para destacar o trabalho do ministro a frente da segurança pública citando, por exemplo, a intervenção da Força Nacional no Ceará, Amazônia e Roraima, a criação do Programa Nacional de Combate aos Crimes Violentos. Como resultado dessas iniciativas, FBC apresentou números da redução de violência no país. Agencia senado.

 

 

DEIXE UMA RESPOSTA

Por favor digite seu comentário!
Por favor, digite seu nome aqui