
Em reunião fechada, semana passada, Paulo Guedes ouviu de uma autoridade que o governo não deveria banalizar esse tipo de ato, já que marchas pró e contra uma administração só são frequentes em países conflagrados, como a Venezuela.
Quem analisa a dinâmica do bolsonarismo, porém, crê que o alerta será em vão e diz que aliados do presidente parecem querer deslocar das redes para as ruas o embate sobre o desempenho do governo.
Neste cenário, apostam, marchas como a deste domingo terão que ser incorporadas à rotina do país. (FSP)
