Empresa privada é diferente: Nova Compesa, novos preços

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A maioria das pessoas sabe que a principal distinção entre uma empresa pública e uma empresa privada reside na propriedade e no objetivo principal do negócio. Se de um lado uma empresa pública é de propriedade do Estado, seja ele federal, estadual ou municipal, o seu foco principal é fornecer serviços e promover o bem-estar da população ou atender ao interesse social. Por outro lado, uma empresa privada que pertence a indivíduos ou acionistas, seu alvo principal está na geração de lucro para seus proprietários.
Nesta semana, Pernambuco sentiu na pele oq ue virá nos próximos anos, a venda da Compesa para uma empresa privada.Como todos sabem, a Compesa não foi totalmente comprada, mas teve seus serviços de distribuição de água e esgoto divididos em dois blocos por meio de um leilão de concessão de 35 anos realizado em dezembro de 2025.
Esses serviços foram arrematados pelo Consórcio Pernambuco Saneamento (formado pelas empresas Acciona e BRK Ambiental) que levou o bloco maior (Região Metropolitana do Recife e Pajeú), que abrange 150 municípios e Fernando de Noronha.
E o que vem por aí, pegou os usuários de calças curtas: os novos preços dos serviços oferecidos pela Companhia Pernambucana de Saneamento (Compesa), recentemente aprovados pela Agência de Regulação de Pernambuco (Arpe), geraram discussões nas redes sociais no início desta semana.
A ala política de Pernambuco enfatizou a necessidade de esclarecer como essas cobranças serão implementadas e quais critérios foram considerados na determinação desses valores. A tabela detalha os preços para serviços como instalação, interrupção e restabelecimento do fornecimento de água.
A aprovação ocorreu por meio da Resolução Arpe nº 290, que data de 26 de março de 2025. Este documento formaliza os valores dos serviços cobrados pela Compesa e estipula que a empresa não deve cobrar por serviços sem a homologação da agência.
Os valores incluem R$ 532,86 para a instalação avulsa de ramal predial de água na calçada, com instalação de hidrômetro, e R$ 589,91 para a instalação de ramal de até 32 milímetros com escavação manual. Conforme a modalidade, esse serviço pode alcançar R$ 771,32.
Para religação, os preços variam entre R$ 17,43 e R$ 47,47, dependendo do serviço necessário. O custo para o corte do ramal varia de R$ 30,58 a R$ 716,66, conforme a necessidade de escavação manual ou mecanizada. Consultada a respeito, a Compesa foi questionada sobre a aplicação dos valores, a previsão para o início das cobranças e os critérios adotados na definição da tabela. Até o momento da publicação deste texto, a companhia ainda não havia fornecido uma resposta. Via blog Alingua

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