O corpo Marilda Matias estava com os pés e as mãos amarradas, de roupa e capacete de ciclista, mas sem sinais de violência
Em depoimento, o marido, o médico veterinário Pedro Antônio Ribeiro Sobrinho, de 62 anos, disse que a esposa teria saído para andar de bicicleta no sábado, 21, um dia antes de ser encontrada morta.
O veterinário contou ainda à polícia que estava trabalhando em uma fazenda que fica em Careaçu, quando recebeu a mensagem da esposa dizendo que faria um passeio de bicicleta. Ao chegar em casa, por volta de 16h, ele não encontrou a mulher e achou que ela ainda não teria chegado do passeio.
Perícia realizada na casa do casal não encontrou sinais de arrombamento no imóvel, que fica no bairro Fátima 2.
Em depoimento, vizinhos afirmam que o casal era discreto e raramente era visto na rua, além de conversar pouco.
A Polícia Civil busca imagens de segurança que possam ajudar na investigação da morte da psicóloga. G1 -Minas

