Segundo o presidente, o ministro da Economia, Paulo Guedes, já decidiu pagar a quarta e quinta parcelas, mas falta acertar o valor.
O presidente Jair Bolsonaro (Sem Partido) voltou a afirmar que o auxílio emergencial não poderá ser estendido por mais 3 meses com o valor de R$600. De acordo com o chefe do executivo, a equipe econômica estuda ampliação, mas com duas parcelas e em valor menor que o atual.
Segundo o presidente, o ministro da Economia, Paulo Guedes, já decidiu pagar a quarta e quinta parcelas, mas falta acertar o valor. “A União não aguenta outro desse mesmo montante, que por mês nos custa R$ 50 bilhões. Se o país se endividar demais, teremos problema”, disse durante entrevista ao novo canal do Grupo Bandeirantes, o AgroMais.
A redução do valor, no entanto, não é unânime. O presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia (DEM-RJ), defende que o benefício pago aos trabalhadores informais durante a pandemia continue em R$ 600 nas duas futuras parcelas.
“A todos que me perguntam sobre o auxílio emergencial: sou a favor da prorrogação do auxílio de R$ 600 por mais dois ou três meses, e tenho certeza que a minha posição é acompanhada pela maioria dos deputados”, escreveu Maia em sua rede social.
Bolsonaro revelou que não vai abrir mão do valor do auxílio ser mais abaixo do que o pago agora. “Vai ser negociado com a Câmara, com o presidente da Câmara, com o presidente do Senado, para poder ter um valor um pouco mais baixo e prorrogar. Por mais dois meses talvez a gente suporte, mas não com o valor cheio de R$ 600.”
Em sua live, Bolsonaro já falou da ideia do valor ser reduzido, passando de R$600 para, a princípio R$200 ou R$300. Fonte- Noticias Concursos.

