Por Gilvan Silva:
Na manhã deste sábado, um flagra inusitado, um café da manhã recheado de Política, receitas pré eleitorais na cidade da Uva e do Vinho, Lagoa Grande, ao que percebe-se ao cardápio da mesa, uma composição de uma oposição unida rumo ao Palácio da Uva, tarefa em que segundo a boca miúda, a população vem sentindo falta de uma gestão mais ousada em desenvolver a cidade, aos 4 anos de gestão atual, sequer conseguiu concluir a mais importe obra e uma das únicas, os intertravados da avenida principal, parece anedotas, mas a realidade nua e crua de uma cidade que parou no tempo. A gestão que prometeu geração de Emprego, transformar a cidade em canteiro de obras, tornou-se uma recessão de abandono. Ao que avizinha-se um duelo de gigantes em que se prega o tostão da Oposição contra os milhões da situação. Mas a oposição vem com uma das demonstração erdada de gestões anteriores que conseguiram contar a cidade no holl do progresso e do crescimento sustentável na geração de Emprego e renda da cidade. O Palácio da Uva não construiu o sentimento do novo pregado nos palanques, um novo que levou a cidade a quase voltar ao tempo em que se pertencia a outro município, falta nesta gestão, a coragem, sabedoria, astúcia, entusiasmo, criatividade, emoção e acima de tudo respeito com o povo. O administrador de empresas, parece que possui braços fortes para gerir seus bons negócios, enquanto a empresa do povo passa pela a Insipta decepção do desabor de uma má gestão voltada para o povo. Neste contexto os Lagoagrandesses, possuem nas entrelinhas o fator comparação, que neste caso, a olho nu, conota-se a falta de investimentos públicos. A oposição vem dando sinais de que o trono do eixo do desenvolvimento é clamado pelo povo que pede as raízes do lugar, que a ousadia e determinação volte a gerir os problemas que afeta o povo da Rota da Uva e vinho do sertão, que até este codinome herdado pelos anteriores trabalhos, perdeu o foco. Acredita -se em um duelo de Gigantes em 2020.


