Em depoimento, Adélio diz que desistiu de matar Bolsonaro

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O esfaqueador do presidente disse para a Polícia Federal que agora só deseja voltar a ter “uma vida normal”

Para esclarecer os fatos, a PF decidir ouvir as versões de Marvizi, Adélio e outras testemunhas do presídio federal. O ex-servente de pedreiro esclareceu que esteve por 27 dias com o iraniano na ala de saúde da penitenciária. Nesse período, Marvizi tentava convencer o esfaqueador a “delatar um possível mandante do crime que praticou”. Segundo Adélio, o iraniano sugeria “a participação de políticos” como “Aécio Neves, Dilma (Rousseff) e (o ex-presidente) Lula”. Em seu depoimento, o ex-servente de pedreiro afirmou que nunca mencionou qualquer nome e “reafirmou que agiu, sozinho, sem apoio de ninguém”.

Adélio também negou que tenha recebido meio milhão de reais para executar Bolsonaro e que mantinha qualquer relação com membros de organização criminosa antes de realizar o ataque em Juiz de Fora. Ele também afirmou que só teve contato com integrantes de facções após ter sido preso.

 

 

 

 

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