Miguel chama Guilherme Coelho de oportunista

O pré-candidato ao Governo de Pernambuco, Miguel Coelho (União Brasil), participou ontem (21/06) em Petrolina de ato público com a presença do presidente nacional de sua legenda. O evento serviu como uma espécie de lançamento em Pernambuco da pré-candidatura de Luciano Bivar a Presidência da República, uma vez que esse foi o primeiro ato do presidenciável em seu estado de origem. O ato aconteceu no Grande Rio Hotel, com presenças de várias autoridades.

Falando sobre pré-candidaturas a Presidência da República, Miguel Coelho disse que apoia o nome de Bivar e acredita na capacidade dele para chegar à vitória. Para Miguel o Pernambuco Luciano Bivar chegou no exato momento que o País precisa para acabar com essa política do ódio e de intrigas, onde segundo Miguel há uma divisão entre correntes que preferem a política do xingamento e dos ataques pessoais.

Para o pré-candidato a governador Miguel Coelho, Luciano Bivar, tem todos os pré-requisitos para devolver a paz que o povo brasileiro precisa na política. “Bivar teve a capacidade para dialogar e unir dois grandes partidos políticos e o resultado final foi a criação de uma gigantesca legenda, não tenho dúvidas que Bivar vai dialogar com todas as camadas da sociedade brasileira para recolocar o Brasil nos caminhos do desenvolvimento”, disse Miguel.

Miguel mandou um recado para o primo Guilherme Coelho e o chamou de oportunista, segundo Miguel o ex-prefeito de Petrolina Guilherme tem projetos pessoais. “Quero falar com todos vocês que são nossos amigos, o grupo político liderado pelo senador Fernando Bezerra e por mim, tem apenas três candidatos a deputado em Petrolina. Maria Helena e Antonio Coelho para estadual e Fernandinho para deputado federal, não apoiamos nenhum outro nome”, completou Miguel Coelho.

Mesmo sem citar nome, o pré-candidato Miguel Coelho classificou Guilherme como oportunista, onde segundo ele o primo pegou carona em sua gestão durante cinco anos. “No momento em que Petrolina mais precisou dele, ele se revelou uma pessoa egoísta e virou as costas. Não tem compromisso com a coletividade, seu projeto político é individual e mesquinho. Esteve com a gente durante cinco anos, apenas pegando carona pra levar adiante sua ambição pessoal.” – completou o pré-candidato Miguel.

A família Coelho esteve unida na política até as eleições de 1986, naquele ano Fernando rompeu com o tio Osvaldo e apoiou Miguel Arraes. 30 anos depois da separação e intensas disputas internas, quase a idade de Miguel, as duas correntes da família Coelho se juntaram. Durou apenas seis anos a união dos dois grupos, a guerra foi declarada novamente e agora é cada um pra cada lado. Guilherme e Fernando Filho são candidatos a uma vaga na Câmara Federal, vamos ver quem tem mais votos e quem sai mais forte do pleito eleitoral deste ano. Fonte Didi Galvão.

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