Oposição avalia múltiplas candidaturas ao governo

Para desbancar o PSB, que está no comando do Governo de Pernambuco desde 2007, a oposição avalia a tese das múltiplas candidaturas na eleição de 2022. A ideia, já até tratada em entrevistas, é dividir o estado e “roubar” votos do candidato oficial, provocando um segundo turno. Nessa hipotética segunda etapa, então, as oposições se juntariam em torno do nome que passasse.

A Coluna Fala PE apurou que, caso essa estratégia seja a utilizada, serão três as candidaturas da oposição: Raquel Lyra, prefeita de Caruaru e líder absoluta em todas as pesquisas; Anderson Ferreira, prefeito de Jaboatão dos Guararapes, que encarnaria o bolsonarismo em Pernambuco; além do deputado federal Daniel Coelho, que abriria uma frente mais intermediária, longe tanto de Bolsonaro quanto do PSB.

Ainda não é prego batido, mas as oposições se conversam muito sobre essa tese e estão medindo os resultados em pesquisa. Uma alteração cogitada é descer de três para apenas duas candidaturas. Com isso, eles querem tirar o máximo votos do candidato do PSB para forçar o segundo turno.

O partidários dessa tese argumentam que, das últimas duas vezes, quando saiu com apenas uma candidatura, a oposição foi derrotada em primeiro turno. Foi o que aconteceu em 2014 e 2018, quando o ex-senador Armando Monteiro Neto perdeu para o atual governador Paulo Câmara.

O único empecilho nesse contexto de múltiplas postulações é a pré-candidatura do prefeito de Petrolina, Miguel Coelho, que teria de retirar seu nome para que seu grupo fosse contemplado com a vice ou o Senado em alguma dessas outras chapas.

E esse pode ser o caminho.
A pressão em cima de Miguel começou forte em 22. Seus colegas de oposição acreditam que um gesto do petrolinense resolveria o problema e uniria o bloco em uma estratégia coesa e viável. (Fonte Fala PE)

O povo quer saber: o que você, eleitor, acha da tese de múltiplas candidaturas?

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