Sem reforma, Estados quebram

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Coluna desta sexta feira na Folha

Um dia após os governadores endossarem uma carta ao presidente apelando para os Estados não serem excluídos da reforma da Previdência, a líder do Governo no Senado, Joice Hasselmann (PSL-SP), desembarca, hoje, no Recife, para falar sobre a chamada “Nova Previdência” na Associação Comercial.

Os governadores deveriam ter abraçado a causa lá atrás. No caso de Pernambuco, que pode ter um incremento de até R$ 12 bilhões após aprovação da matéria no Congresso, a situação previdenciária é muito grave.

Estudo apontado pelo deputado Alberto Feitosa (SD) revela que a Previdência estadual consome, anualmente, 11,3% da receita corrente líquida, podendo chegar, se o Estado ficar de fora da reforma, a 15% da receita corrente líquida. Neste caso, quem vai ser penalizada é a população, porque não sobrará dinheiro nem para compra de remédios quanto mais para pagar folha de terceirizados.

Dinheiro pelo ralo – Em quatro anos, o que corresponde à metade dos seus mandatos, os nobres senadores torraram R$ 100 milhões com a chamada verba de gabinete. A dinheirama sai pelo ralo com compra de passagens, pagamento de refeições, aluguéis de escritórios, combustíveis e outros penduricalhos. Isso sem falar nos funcionários fantasmas que também entram no pacote.

 

 

 

 

 

 

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